O que fazer em Vancouver: roteiro de 2 dias

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Localizada na costa sudoeste do Canadá, Vancouver é para os canadenses o que a Califórnia é para os americanos.

Com o clima mais agradável do Canadá, Vancouver bomba no verão. Nessa época, há atividades em vários pontos da cidade, muita gente na rua e programas para todos os gostos e bolsos!

Stanley Park Vancouver

Stanley Park, Vancouver. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Em junho de 2016, conhecemos a cidade em um roteiro de 2 dias. A nossa visita à Vancouver fez parte de um roteiro de 14 dias pelo Canadá, que foi continuação de um roteiro de 18 dias pelos Estados Unidos.

No post de hoje, descreveremos todos os detalhes dessa viagem, com dicas de atração, hospedagem, alimentação e transporte. Se ainda ficar alguma dúvida, fique à vontade para deixá-la nos comentários. Será um prazer ajudá-lo!

Roteiro de 2 dias em Vancouver

1) Primeiro dia em Vancouver

Chegamos em Vancouver, a partir de Whistler, uma cidadezinha super charmosa, localizada a menos de duas horas de Vancouver. Leia nosso roteiro completo de 2 dias em Whistler.

As atrações deste dia começaram ainda na estrada, na famosa Sea-to-Sky Highway (parte da Highway 99).

  • Brandywine Falls Provincial Park

Nossa primeira parada na estrada foi no Brandywine Falls Provincial Park, um parque estadual gratuito, a 11 km de Whistler, famoso pela cachoeira Brandywine

Com 70 metros de altura, a cachoeira é facilmente acessada por uma caminhada de 15 minutos a partir do estacionamento.

O parque também dispõe de área para piquenique e trilhas para a prática de Hiking ou Biking.

Brandywine Falls Provincial Park Vancouver Canadá

Brandywine Falls Provincial Park. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

  • Tantalus Lookout

A 22 km do Brandywine Falls Provincial Park, fizemos uma breve parada no Tantalus Lookout, de onde se tem uma bela vista de todo o vale.

Tantalus Lookout Canadá

Tantalus Lookout. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

  • Shannon Falls

Mais 22 km de estrada e chegamos ao Shannon Falls Provincial Park, outra atração gratuita, famosa pela cachoeira de mesmo nome. 

Shannon Falls Provincial Park Vancouver

Shannon Falls Provincial Park. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

O parque também tem boa estrutura para piquenique, áreas de escalada, trilhas para praticantes de Hiking e Biking e uma pequena lojinha.

Shannon Falls Provincial Park Vancouver

Área de piquenique no Shannon Falls Provincial Park. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

  • Whytecliff Park

Outro parque no caminho, já quase chagando em Vancouver, é o Whytecliff Park, também gratuito. 

De lá, tem-se uma boa vista do Howe Sound, uma espécie de fiorde, e até mesmo do estreito Georgia. Dizem que é possível ver baleias e golfinhos dali, mas nós não vimos nada, rs. 

Whytecliff Park Vancouver

Whytecliff Park, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

O que fazer em Vancouver

Whytecliff Park, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

  • Capilano Suspension Bridge Park

Atração famosíssima e concorridíssima em Vancouver. Particularmente, depois de conhecermos os parques nacionais das rochosas canadenses, achamos esta atração um pouco cara e cheia para o que ela oferece. No entanto, se você está com crianças ou não terá oportunidade de conhecer outros parques do Canadá, vale à pena visitá-lo.

Capilano Suspension Bridge Park, Vancouve

Capilano Suspension Bridge. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

É possível chegar a Capilano Suspension Bridge Park de shuttle gratuito, transporte público ou de carro. Para ver o quadro de horários e o trajeto do shuttle gratuito, clique aqui. Se você vai de carro, atenção: o estacionamento é pago e não está incluído no valor da entrada.

Na entrada do parque, você recebe uma mapa com as atrações e a descrição das trilhas. De maneira geral, o parque é formado por passarelas de madeira, a famosa ponte suspensa e pontes entre árvores, para a prática de arvorismo. Todas as caminhadas são bem fáceis.

Capilano Suspension Bridge Park

Capilano Suspension Bridge. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Cliffwalk Capilano Vancouver

CliffWalk, Capilano Suspension Bridge Park. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Arvorismo no Capilano Suspension Bridge Park Vancouver

Arvorismo no Capilano Suspension Bridge. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

arvorismo Vancouver outdoor

Arvorismo no Capilano Suspension Bridge. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Para as crianças, há ainda atividades específicas, como o Programa Explorador da Floresta (6 a 12 anos). Basta pegar o material gratuito na Casa da Árvore e seguir as etapas. Além disso, a cada caminhada completada, você recebe um carimbo no seu “passaporte”. As crianças adoram, colecionam e se divertem!

O parque ainda conta com restaurante, lanchonete, lojinha, caixa eletrônico e pequenas exposições. No dia em que fomos, havia uma típica banda local tocando e animando os turistas.

Música ao vivo no Capilano Suspension Bridge Park. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Música ao vivo em Capilano. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Exposição no Capilano Suspension Bridge Park. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Totem em Capilano. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Dica

Existe uma alternativa gratuita e menos concorrida ao Capilano Suspension Bridge Park: o Lynn Canyon Park & Suspension Bridge. Além da ponte suspensa, o parque tem trilhas, cachoeiras e piscinas naturais, onde se pode nadar. Para mais informações, clique aqui.

2) Segundo dia em Vancouver

No nosso segundo dia em Vancouver, visitamos as principais atrações de ônibus. Falaremos mais sobre transporte público no último item.

2.1) Granville Island

Localizada em uma pequena pseduo-ilha, no meio do False Creek, esta foi uma das regiões que mais gostamos em Vancouver.

Grandville Island Vancouver

Granville Island, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Bem na entrada do bairro, você passa por um portal escrito “Granville Island”. Um pouco depois, existe um guichê de informações, onde é possível pegar um mapa gratuito da região.

Grandville Island Vancouver

Entrada de Granville Island, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Em resumo, o bairro tem de tudo: lojas de souvenir, artes, artigos de casa e brinquedos; restaurantes de comidas locais e internacionais; uma área enorme para crianças; cervejaria; parques; mercado; e passeios de barco.

Roteiro em Vancouver

Mercado em Granville Island, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

o que comer em Vancouver

Creme de cogumelos no mercado em Granville Island. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Viagem e turismo em Vancouver

Mercado em Granville Island, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Mercado de Vancouver

Mercado em Granville Island, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

farmer market

Mercado a céu aberto em Granville Island. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

roteiro crianças Vancouver

Loja infantil em Granville Island, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

É possível chegar em Granville Island de ônibus ou de barcos especiais, também chamados de Aquabus. Para consultar os itinerários e valores do Aquabus, clique aqui.

Atenção:

Não confunda o Aquabus com o Seabus. O Aquabus é um serviço prestado por uma empresa particular e não integra o sistema de transporte público de Vancouver. O Seabus está incluído no passe diário de transporte público, o Aquabus não.

Aquabus Vancouver

Aquabus em Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Waterfront Vancouver

Waterfront Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

2.2) Gastown

Gastown é o bairro mais antigo de Vancouver e data do início do século XX. Na verdade, o bairro já existia no século XIX, mas o grande incêndio de 1886 destruiu todas as construções, reduzindo a região a pó.

Gastown, Vancouver

Gastown, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Revitalizado nos anos 70, o bairro é bem bonitinho, charmoso e vale uma visita. As ruas nos lembram um pouco a cidade de Londres, com prédios baixos de tijolinho, ruas com calçamento de cerâmica e postes pretos que a iluminam.

Gastown, Vancouver Centro histórico

Gastown, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

O ponto mais famoso do bairro é um relógio à vapor que fica na esquina das ruas Water e Cambie. A cada 15 minutos, ouve-se o som de um apito, seguido por uma melodia e por vapor.

Relógio a vapor Gastown Vancouver

Relógio a vapor no bairro Gastown, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Roteiro de 2 dias em Vancouver

Rua lotada em frente ao relógio a vapor em Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Gastown é um ótimo lugar para tomar café, almoçar ou fazer compras. Diversos restaurantes se encontram na região, incluindo o italiano The Old Spaghetti Factory, com comida farta e barata!

food gastown

Comida de rua em Gastown, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

centro histórico de Vancouver

Gastown, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

dowtown Vancouver

Gastown, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

2.3) FlyOver Canada

Uma das atrações mais interessantes de Vancouver, o FlyOver Canada é um simulador de voo, em uma espécie de cinema 5D, em que você “sobrevoa” paisagens incríveis ao longo de todo o território canadense, da costa leste à oeste.

FlyOver, Canadá o que fazer roteiro

FlyOver Canada em Vancouver. Foto: FlyOver

Em nossa viagem a Vancouver, fomos convidados para experimentar o FlyOver Canada e ficamos impressionados com a qualidade do vídeo, do áudio e de toda a tecnologia envolvida.

Em um primeiro momento, você entra em uma sala, com cinema 360 graus, onde passa um filme rápido sobre o que é ser canadense.

O mais interessante é que sempre nos perguntamos o que “é ser canadense”. Eles são americanos? Ingleses? Franceses? O que descobrimos em nossa viagem, e que esse filme retratou muito bem, foi que o  canadense é, na verdade, um povo formado por diversos povos e que a cada dia abraça novos povos. É essa diversidade o que garante a identidade única do canadense e da qual eles se orgulham muito.

FlyOver Vancouver Canadá

FlyOver Canada. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Em seguida, entramos em outra sala, onde participamos da simulação do voo. O voo passa por 18 cenas, ao longo de todo o país, e em diversas estações do ano, que começam com o nascer do sol, passando por geleiras, icebergs, fiordes, cachoeiras, grandes cidades, fazendas, montanhas e estação de esqui. O mais legal é que você interage com as cenas, ou melhor, se molha na cachoeira, sente o cheiro da plantação, o frio da geleira e por aí vai. E o final? Ahhhh, é de fazer qualquer um se arrepiar, mas esse nós não podemos contar, rs.

FlyOver Canadá

FlyOver Canada. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Veja agora, você também, uma prévia dessa experiência:

Para nós que viajamos o país de leste a oeste, vimos paisagens diversas e conhecemos pessoas das cidades e dos interiores, foi uma oportunidade de reviver de uma só vez um pouquinho de tudo o que vivemos nesse país. Super recomendamos!

2.4) Canada Place

Construído em 1986 para o World´s Fair Expo, o lugar hoje abriga mais uma área de lazer na cidade. Lá estão diversas atrações, como o FlyOver Canada, bares, cafés, espaço para shows e algumas lojinhas.

De lá é possível ter uma boa visão de North Vancouver, das montanhas e, quem sabe, até de baleias!

Canada Place

The Canadian Trail, Canada Place. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Waterfront em Canada Place

Waterfront em Canada Place. Foto: CFR /Blog Pegadas na Estrada

Canada Place Vancouver

Canada Place. Foto: CFR /Blog Pegadas na Estrada

Bar no Canada Place. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Bar no Canada Place. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

O que fazer no Canada Place

Vista do Canada Place. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

2.5) Stanley Park

Outra atração super legal de Vancouver, o Stanley Park é um parque dentro da cidade, com diversos pontos de interesse e opções de lazer.

Por ser enorme, a melhor forma de conhecê-lo é de bicicleta ou de patins. Foi o que fizemos: um de bicicleta e o outro de patins. É claro que o que estava de patins e há 20 anos não praticava essa modalidade esportiva quase caiu e morreu de cansaço. Mas isso foi só um detalhe, rs.

Existem várias lojas de aluguel de patins e de bicicleta perto do parque, em especial na rua Denman (alugamos na Yes Cycle). Os preços não são caros e vale muito a pena.

A trilha que percorre todo o parque chama-se Seawall / Seaside Bike Route e possui 9 km de extensão. Por essa trilha, você contorna o parque, passando por suas atrações.

Como percorremos tudo, detalharemos a rota com as fotos abaixo.

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Skyline de Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

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Waterfront, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

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Totens no Stanley Park, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

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Lions Gate Bridge vista do Stanley Park, Vancouver. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

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Farol do Stanley Park, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Girl in Wetsuit Stanley Park

Girl in Wetsuit, Stanley Park, Vancouver. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Seawall Stanley Park

Seawall no Stanley Park, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Seawall patins rollerblade stanley park vancouver

Seawall no Stanley Park, Vancouver. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Third Beach Stanley Park Vancouver

Third Beach no Stanley Park, Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

3) Onde se hospedar em Vancouver

Como toda cidade grande, Vancouver não é um bom lugar para se visitar de carro. No entanto, precisávamos de um hotel com estacionamento, pois vinhamos de uma Road Trip pelos parques nacionais do Canadá e dos Estados Unidos.

As hospedagens na região central não costumam ter estacionamentos ou cobram absurdos por isso. Além disso, o valor cobrado por um quarto nessa área pode chegar a ser quase o dobro do valor cobrado por outro quarto de mesmo nível em regiões um pouco mais afastadas.

  • North Vancouver

Por esses motivos, optamos por nos hospedar na região Norte de Vancouver (North Vancouver).

Ficamos hospedados no hotel Grouse Inn, que fica a 3 km do Stanley Park, o parque mais famoso de Vancouver, e a cerca de 2 km do Capilano Suspension Bridge Park. O hotel oferece estacionamento gratuito para os hóspedes e existe um ponto de ônibus, bem na porta, que vai para o centro da cidade.

Se você reparar no nosso roteiro, perceberá que, no primeiro dia, visitamos as atrações na estrada de Whistler a Vancouver e finalizamos o dia em Capilano Suspension Bridge Park, a 2 km do hotel. Nesse dia, não precisamos passar de carro pelo centro da cidade e poupamos muito tempo com isso.

No segundo dia, compramos um passe diário de transporte público, deixamos o carro no estacionamento gratuito do hotel, pegamos um ônibus bem em frente e visitamos todas as atrações de ônibus. Pagamos bem mais barato do que se deixássemos o carro em algum estacionamento na região central ou se ficássemos hospedados em algum hotel nessa área.

Além disso, no terceiro dia, pegamos um ferry cedinho para a cidade de Victoria no porto de Horseshoe Bay. Mais uma vez, não precisamos passar de carro no centro da cidade e ganhamos tempo com isso. Aliás, fica outra dica aqui: reserve o ferry com antecedência, pois, principalmente nos finais de semana e na alta estação, os barcos costumam lotar rapidamente.

Em resumo, se colocarmos na balança custo-benefíco, roteiro e a necessidade de um estacionamento, ficar hospedado em North Vancouver foi, sem dúvida, a melhor opção e recomendamos demais.

hotel Vancouver

Quarto do hotel Grouse Inn, em Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

hotel North Vancouver

Quarto do hotel Grouse Inn, em Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

4) O que comer em Vancouver

Vancouver é uma cidade autêntica e ao mesmo tempo mundial. A palavra “diversidade” é a que mais define o sucesso de Vancouver.

Você encontrará bons restaurantes internacionais, principalmente na região de Gastown, e também comidas típicas do Canadá, como Fish and Chips , Beaver Tail,  Japa Dog (um cachorro quente totalmente diferente do nosso), Donuts do Tim Hortons, Poutine e muita comida asiática. Sim, cozinha asiática já se tornou parte da gastronomia canadense.

É tanta “diversidade” que compramos um livro de “Culinária Canadense” e acreditem: tem noodles, pizza, pierogi, borscht e sushi. Isso é “ser canadense”!

5) Como se locomover em Vancouver

Como falamos anteriormente, Vancouver não foi feita para ser explorada de carro. O transporte público é bom e rápido, as principais atrações são próximas umas das outras e os estacionamentos na região central costumam ser caros.

Por isso, uma boa opção é comprar passes diários de transporte público, que são válidos para ônibus, Skytrain e Seabus. Os passes podem ser comprados em máquinas de venda automáticas ou nas farmácias London Drugs. Se o passe for comprado nas máquinas, eles serão válidos até o final do dia da compra, mas, se forem comprados na London Drugs, serão válidos até o final do dia em que forem usados pela primeira vez. Para mais informações, clique aqui.

É muito fácil utilizar os transporte público em Vancouver! O primeiro passo é acessar o Google Maps, informar sua origem e destino e, em seguida, escolher a opção “Transporte Público”. Ao clicar em detalhes, você receberá um itinerário informando a linha de ônibus, a “ID da parada” onde você pegará o ônibus e o nome da estação onde você deverá descer. A ID da parada é um número de cinco dígitos que identifica o ponto e estará escrito em amarelo nas placas dos pontos de ônibus (clique aqui para ver um exemplo). Para descer, basta acompanhar o painel eletrônico que fica na parte dianteira do veículo. Muito simples!

como se locomover em Vancouver

Ônibus em Vancouver. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

transporte em Vancouver

Para usar seu passe, basta passar o cartão nesta máquina. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

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Otimize o seu tempo em Vancouver. Confira este roteiro incrível de 2 dias!

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Sobre o autor

Ela, cheia de imaginação e criatividade. Acredita que o mundo está logo ali. Se vai para o Canadá, por que não dar uma esticadinha até a Rússia, passando pela Islândia e pela Escandinávia? Ele, viajante mais pé no chão, pesquisa todos os detalhes e nunca se mete em furada ou confusão. Juntos, um equilíbrio, e muitas histórias para contar!

18 Comentários

  1. Jura que da para fazer tudo isso em dois dias??
    Amei seu roteiro. Canadá está na nossa mira faz tempo, mas acho que ano que vem esse roteiro sai do papel.
    Irei seguir suas dicas.
    Abraços,

    • Olá, Fran! Fizemos muita coisa em 2 dias sim, deu para aproveitar bastante. Que você realize essa viagem também. Escrevemos vários roteiros do Canadá, vale a pena dar uma olhada. Se precisar de mais alguma dica, estamos aqui. Abraços, Cristina e Renato.

  2. Já faz um tempo que estou querendo ir para Vancouver, as paisagens canadenses me encantam… adorei o seu post, roteiro super completo e detalhado! E essas fotos? quero me teletransportar já! hehehehehe

    • Olá, Gabriela! O Canadá é um país encantador, você vai amar. Fique de olho nas promoções de passagens para o Canadá, tem aparecido boas opções. Se você precisar de mais alguma dica, estamos aqui. Abraços, Cristina e Renato.

    • Olá, Maíra! Da sim, mas tem tanto lugar lindo na região, que o tempo acaba sendo curto, rs. Em dois dias é possível fazer muita coisa em Vancouver. Tem que ter pique, mas vale a pena. Abraços, Cristina e Renato.

  3. O Canadá é realmente muito lindo e suas dicas foram maravilhosas. Adorei a localização do hotel e a dica do transporte público. Me fez pensar como teria sido minha vida se eu tivesse ido fazer o doutorado em Vancouver como cheguei a cogitar10 anos atras. 🙂

    • Olá, Aline! Que bom que você gostou do post! Vancouver é realmente um lugar incrível, com muitas atrações. Quem sabe um dia você não realiza esse sonho? Ou mesmo vai a passeio e tem também uma grande experiência? Torcemos por isso. Abraços, Cristina e Renato.

  4. Alfredo Borges Guigou on

    Olá Cristina e Renato. Muito obrigado por todas as dicas. Estou fazendo um curso em Victoria e o próxima final de semana vou para Vancouver e ficarei por dois dias, portanto será uma excelente oportunidade para provar o roteiro de vocês.
    Muito obrigado de novo. Segunda feira conto para vocês como foi!

  5. Olá, Cristina e Renato! Eu e meu marido vamos para o Canadá em junho. Adorei as suas dicas, vamos usá-las, com certeza. Estamos em dúvida sobre ir à Victoria. Vamos passar 4 dias em Vancouver e tinha separado 1 dia para Victoria e 1 dia para Whistler. Mas depois que vi seu roteiro de 2 dias para Whistler incluindo a trilha daqueles lagos maravilhosos azuis, pensamos em usar esses nossos 2 dias restantes para fazer esse roteiro. Acha que perderíamos muito deixando Victoria para uma próxima oportunidade? Outra coisa, quando foram à Victoria fizeram bate e volta? Obrigada!!

    • Renato de Araújo on

      Olá Amanda,

      Que bom que nosso blog está ajudando no planejando da sua viagem. Ficamos muito felizes em saber. 🙂

      Victoria é interessante, mas acho que fica um pouco corrido de fazer como bate-volta, já que incluiria duas travessias de balsa no mesmo dia. Na sua situação, eu também escolheria um dia a mais em Whistler. Assim, você poderia conhecer o Joffre Lakes (que é sensacional) e ainda curtir a cidadezinha que é bem charmosa. Acho que o roteiro fica mais redondinho assim.

      Não fizemos bate-volta para Victoria. Saímos de Vancouver e chegamos lá de tarde, onde aproveitamos o resto do dia. Ficamos o dia seguinte inteiro na cidade e, na manhã seguinte, fomos para Port Angeles (EUA), para explorar o Olympic National Park.

      Abraço e boa viagem,

      Renato
      Blog Pegadas na Estrada

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