Nova Zelândia: roteiro de 20 dias por um dos destinos mais incríveis do mundo

24

A Nova Zelândia é um daqueles destinos únicos no mundo. Não é a toa que o país é frequentemente escolhido como cenário de grandes produções cinematográficas, como Senhor dos Anéis e As Crônicas Nárnia.

Dividida em duas ilhas, chamadas Ilha Norte e Ilha Sul, a Nova Zelândia possui uma natureza exuberante, com vulcões, geleiras, fiordes, praias, montanhas, lagos e rios cristalinos, parques geotermais e muito mais. Tudo isso concentrado em uma pequena extensão territorial! É, sem dúvida, um destino que vale cruzar meio mundo para conhecer.

Além de sua natureza única, a Nova Zelândia também abriga um povo alegre, criativo e louco por adrenalina. Berço do Bungy Jump, OGO, Skyjump e outros esportes radicais, o país oferece uma enorme variedade de atividades para os corações mais aventureiros.

Muitos turistas concentram a sua viagem apenas nas grandes cidades, como Auckland, Christchurch e Queenstown. Acreditamos, no entanto, que essa não é a melhor forma de conhecer a Nova Zelândia. Apesar dessas cidades serem muito interessantes, as melhores atrações estão espalhadas pelo interior do país. Assim, para conhecê-las do jeito que merecem, a melhor escolha é alugar um carro e pegar a estrada. Para quem não tem essa possibilidade, no entanto, é possível embarcar em alguns tours que partem das grandes cidades.

O nosso roteiro pela Nova Zelândia

Durante 20 dias, percorremos o país de norte a sul e de leste a oeste de carro. Essa foi a experiência que tivemos e que recomendamos bastante. Por isso, compartilharmos abaixo o nosso roteiro de 20 dias de carro pelo Nova Zelândia. O roteiro é apresentado de maneira sucinta para que os leitores possam ter um panorama geral de viagem de uma forma prática e organizada.

Para cada dia de viagem, apresentamos sugestões de hospedagem, nosso roteiro resumido, um mapa com o deslocamento e um botão que dá acesso ao post completo, no qual escrevemos detalhadamente sobre cada dia dessa viagem. Assim, para ver mais fotos e ler o roteiro completo de cada destino, basta clicar no botão “Clique aqui para ler o post completo” para ser direcionado para o respectivo post.

Para quem não está de carro, há ainda vários passeios que podem ser feitos e que possibilitam algumas das vistas mais incríveis da Nova Zelândia. Ao final deste post, você ainda encontrará algumas opções de tours que podem ser interessantes para você.

Dia 1 – Christchurch

Hospedagem em Christchurch:

Roteiro resumido

No primeiro dia da viagem, chegamos à Nova Zelândia no começo da tarde em um voo da Qantas de Brisbane à Chistchurch. Após pegarmos o carro que alugamos na empresa GO Rentals, ainda tivemos tempo da passar na Christchurch Gondola.


Dia 2 – Mount Cook National Park

Mount Cook National Park, Nova Zelândia

Pôr do sol cor de rosa no Mount Cook (#nofilter)! Foto: RMA / Blog Pegadas a Estrada

Hospedagem próxima ao Mount Cook National Park:

Roteiro resumido:

Partimos de carro de Chistchurch para Mount Cook, fazendo paradas ao longo do caminho. Logo na chegada ao Mount Cook Village, a paisagem já impressiona. O vilarejo parece ainda menor com as imponentes montanhas ao fundo. Fizemos a trilha Hooker Valley Track, onde pudemos presenciar um dos mais belos pores do sol das nossas vidas. Não é à toa que sempre há diversos fotógrafos na trilha para acompanhar esse momento, quando o céu adquire diversos tons de rosa.

Quem estiver sem carro pode contratar um tour organizado por agências locais em Christchurch.

Atrações visitadas

  • Lago Tekapo
  • Church of the Good Shepherd
  • Lago Pukaki (Peter´s Lookout)
  • Hooker Valley Track
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento:


Dia 3 – Mount Cook – Queenstown – Glenorchy

Vista da Skyline Gondola, Queenstown. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Glenorchy

Roteiro resumido:

De manhã bem cedo, saímos da região do Mount Cook em direção a Glenorchy, onde, no dia seguinte, faríamos um passeio incrível no Dart River. No meio do caminho, fizemos diversas paradas para curtir as atrações ao longo da estrada e ainda fizemos um passeio super legal de jet boat na lindíssima Kawarau Gorge. Além disso, também passamos na cidadezinha histórica de Cromwell e subimos na Skyline Gondola, em Queenstown.

Atrações visitadas:

  • Clay Cliffs interessante formação geológica
  • Lindis Pass: passagem de montanha no vale do rio Lindis. Em um dos pontos mais altos, há um mirante com belas vistas do vale.
  • Cromwell: cidadezinha histórica constuída na época da corrida do ouro. Com sua arquitetura estilo “velho oeste”, funciona hoje como uma espécie de museu a céu aberto.
  •  Goldfields Jet: passeio de lancha super divertido no desfiladeiro formado pelo rio Kawarau. Durante o tour, a lancha faz diversas manobras radicais. Vale tanto pela adrenalina, quanto pelas paisagens. O desfiladeiro fica na beira da estrada que liga Cromwell a Queenstown e só é possível chegar de carro. A opção para quem está sem carro, é fazer um passeio similar que parte do centro de Queenstown.
  • Skyline Gondola e Skyline Luge:
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 4 – Glenorchy

Entrada no desfiladeiro do Dart River. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Queenstown:

Roteiro resumido:

Acordamos cedo neste dia para um dos passeios mais esperados da nossa viagem pela Nova Zelândia: o Dart River Funyak. Já havíamos ficados enlouquecidos com as fotos que vimos na internet dos caiaques passando por um desfiladeiro com águas incrivelmente azuis. O que não imaginávamos é que o caminho para chegar até lá passa pelo cenário igualmente impressionante do Mount Aspiring National Park. Este foi, sem dúvida, um dos melhores dias da viagem e o passeio valeu cada centavo.

Como estávamos de carro, optamos por pernoitar em Glenorchy na véspera para curtir o fim do dia na beira do lago e para ficar mais perto da agência no dia seguinte. No entanto, também é possível fazer esse passeio a partir de Queenstown, com o traslado gratuito oferecido pela agência.

Após o passeio, voltamos para Queenstown fazendo diversas paradas na estrada cênica que liga essa cidade a Glenorchy.

Atraçoes do dia

Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 5 – Fiordland National Park

Hospedagem no Fiordland National Park :

Roteiro resumido:

Acordamos bem cedo e seguimos de Queenstown em direção ao Fiorland National Park.

O nosso primeiro dia no Fiorland National Park foi dedicado às atrações ao longo da estrada Milford Road. A principal atividade deste dia seria a trilha Key Summit Alpine Walk. Essa trilha faz parte da Routeburn Track, uma das Great Walks da Nova Zelândia, e permite belas vistas panorâmicas. Quando chegamos no início da trilha, no entanto, estava chovendo e a montanha estava completamente encoberta. Por esse motivo, achamos melhor não fazer a trilha e focar nas demais atrações.

Atrações do dia:

    • Eglinton Valley: vale esculpido pela ação das geleiras a milhares de anos atrás. Oferece boas vistas das montanhas. No outono, a cor amarelada da vegetação, em contraste com as montanhas ao fundo, cria um visual fascinante. Nesse vale, foram filmadas algumas cenas de Senhor dos Anéis, já que as montanhas Eglinton representaram as Misty Mountains no filme.
    • Mirror Lakes: dois pequenos lagos que oferecem interessantes imagens de reflexos. Não deixe de reparar na curiosa placa com o nome “Mirror Lakes” escrito espelhado. Para ler a placa no sentido correto, é preciso ler no reflexo da água. Bem criativo!
    • Cascade Creek: pequeno lago de águas cristalinas que se tem acesso a partir da Lake Gunn Nature Walk
    • Key Summit Walk: Trilha de aproximadamente 3,4 km (3 hrs) que faz parte da Routeburn Track, uma das Great Walks da Nova Zelândia. A trilha começa no estacionamento da região conhecida como The Divide e sobe até o cume da montanha, de onde se tem uma bela vista panorâmica.
    • Pop´s View Lookout: mirante bem próximo à estrada. É necessário pegar uma saída indicada por uma placa azul com uma letra P. Desse mirante é possível ter vistas das montanhas cobertas de neve em boa parte do ano.
    • Hollyford Valley Lookout: Mirante bem na beira da estrada de onde se tem vista do Monte Christina e do Vale Hollyford.
  • Lake Marian Falls Track: pequena trilha de 10 minutos que leva a uma série de cascadas de água cristalina.
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 6 – Fiordland National Park

Hospedagem em Wanaka:

Roteiro resumido:

A principal atração do nosso segundo dia no Fiorland National Park foi o passeio de barco pelo Milford Sound. Apesar da chuva que caiu durante toda manhã, o passeio valeu muito a pena. Um cenário realmente deslumbrante!

Confira abaixo algumas opções de passeio:

Após o passeio seguimos para Wanaka, visitando as atrações da Milford Road que não tivemos tempo de visitar véspera.

Atrações do dia:

Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 7 – Haast Pass

Blue Pools, Haast Pass, Nova Zelândia. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Fox Glacier:

Roteiro resumido:

Este foi outro dia bastante esperado da viagem. Era dia de percorrer o Haast Pass, a estrada cênica repleta de atrações impressionantes, com destaque para as famosas Blue Pools. Como o próprio nome diz, essas piscinas naturais tem tons extraordinários de azul, que atraem turistas do mundo todo.

Atrações do dia:

    • Blue Pools: principal atração do dia. É bom chegar cedo para evitar as grandes excursões.
    • Cameron Lookout Walk: mirante que dá vista para o vale Makaroa, com o rio que o corta e as montanhas que o cercam.
    • Gates of Haast: pequena caminhada que leva a uma série de quedas d’água.
    • Thunder Creek Falls: linda cachoeira que deságua sobre um rio.
      • Roaring Billy Falls: caminhada curta que leva às margens do rio Haast com suas águas azul turquesa.
    • Knights Point Lookout: chegando à costa, há um mirante com belas vistas do encontro das montanhas com o mar.
    • Minnehaha Walk: caminhada noturna em uma mata onde é possível avistar em suas árvores e arbustos vermes luminosos brilhando no escuro iguais aos encontrados nas famosas Waitomo Caves.
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 8 – Westland Tai Poutini National Park (Fox Glacier e Franz Josef Glacier)

Ponto de observação da geleira Franz Josef. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem no Arthur´s Pass:

Roteiro resumido:

As principais atrações da região são as geleiras Fox e Franz Josef. Localizadas dentro de parques nacionais, essas geleiras podem ser avistadas a partir de mirantes. No entanto, com o aquecimento global, as geleiras têm recuado bem rapidamente e ficado cada vez mais distante dos mirantes. Uma opção para conhecer as geleiras mais de perto é com tours de helicóptero que sobrevoam e pousam sobre as geleiras. Uma aventura inesquecível com paisagens deslumbrantes!

Para os mais aventureiros, é possível ainda fazer um voo de helicóptero combinado com uma caminhada de 3 horas sobre a geleira.

Atrações do dia:

  • Lago Matheson: lago conhecido pela belas imagens de reflexo dos Montes Cook e Tasman
  • Fox Glacier Valley Walk: caminhada pelo vale formado pela geleira Fox até o mirante de onde é possível avistar a geleira ao fundo.
  •  Franz Josef Glacier Walk: caminhada até o mirante de onde é possível ver a geleira Franz Josef.
  • Hoktika Gorge: desfiladeiro por onde atravessa um rio com espetaculares tons de azul.
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 9 – Arthur´s Pass National Park

Estrada cênica em Arthur’s Pass. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem no Abel Tasman National Park:

Roteiro resumido:

Ligando as províncias de Canterbury a West Coast, o Arthur’s Pass é a mais alta passagem de montanha nos chamados Southern Alps. Essa travessia é caracterizada pelo cenário de montanha, com diversos picos acima de 2.000 metros, e também por suas obras de engenharia, que atestam os desafios para a construção da passagem.

Uma alternativa para quem não quer dirigir é atravessar o Arthur’s Pass a bordo do famoso trem TranzAlpine, que liga Greymouth a Christchurch. Esse trajeto frequentemente é listado com uma das rotas ferrovíárias mais cênicas do mundo.

Em nosso roteiro, havíamos programado percorrer algumas trilhas do Arthur’s Pass National Park, tais como Avalanche Peak ou Arthur’s Pass Walking Track. Essas trilhas sobem até os pontos mais altos dos Alpes do Sul e rendem belas vistas panorâmicas. Infelizmente, a chuva novamente atrapalhou nossos planos. Além da forte chuva que caiu nessa manhã, havia bastante neblina, o que reduziu a visibilidade a alguns poucos metros. Por tudo isso, não pudemos explorar o Arthur’s Pass National Park como gostaríamos e decidimos seguir direto até a Great Coast Road.

A Great Coast Road foi uma das grandes surpresas da nossa viagem. Essa estrada cênica, pouquíssimo conhecida, esconde atrações incríveis, como as Pancakes Rocks e Truman Beach.

Atrações visitadas:

  • Otira Viaduct Lookout
  • Pancakes Rocks
  • Truman Track
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 10 – Abel Tasman National Park

Abel Tasman National Park. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem no Abel Tasman National Park:

Roteiro resumido:

O Abel Tasman National Park é um parque nacional na Nova Zeländia famoso por suas águas cristalinas e por sua reserva marinha. As formas mais comuns de se conhecer o parque é caminhando pela Abel Tasman Coastal Track, fazendo passeios de barco por sua costa ou fazendo o mesmo trajeto de caiaque. Há ainda a possibilidade de mesclar essas três formas, fazendo um trecho à pé, outro de barco e outro de caiaque. Essa foi a nossa escolha.

No primeiro dia, mesclamos o passeio de barco com caminhada. Inicialmente, percorremos toda a costa até a última parada do barco, em Totaranui. Na volta, descemos na praia de Apple Tree Bay e percorremos a trilha Abel Tasman Coastal Track até Anchorage Bay.

No segundo dia, fizemos o passeio de caiaque pela reserva marinha de Tonga Island. Lá, tivemos a oportunidade de remar por belas paisagens na companhia das simpáticas e curiosas focas que habitam a reserva.

Atrações do dia:

  • Cruzeiro pela costa do Abel Tasman National Park
  • Abel Tasman Coastal Track
Clique aqui para ler o post completo

Dia 11 – Abel Tasman National Park

Abel Tasman National Park. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Picton:

Roteiro resumido:

Como dissemos, no segundo dia no Abel Tasman National Park, fizemos o passeio de caiaque pela reserva marinha de Tonga. O legal desse passeio é que, além das paisagens deslumbrantes, é possível chegar bem perto das focas. Na verdade, são as focas que chegam perto da gente! 😀 Quando elas nos veem, se aproximam e, por vezes, até sobem em cima dos caiaques.

Depois do passeio, seguimos até a cidade de Picton, onde pernoitamos para, no dia seguinte, pegar a balsa que nos levaria até a Ilha Norte.

Atrações do dia:

  • Reserva Marinha de Tonga Island
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 12 – Wellington

Vista do ferry da Blue Bridge. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Wellington:

Roteiro resumido:

Embarcamos logo cedo na balsa que faz a travessia entre as ilhas sul e norte, ligando as cidades de Picton e Wellington. Chegamos na capital neo-zelandesa no final da manhã e ainda tivemos tempo de conhecer as principais atrações da cidade. Entre os mais importantes pontos de interesse da cidade estão o imperdível museu Te Papa, o teleférico e o Jardim Botânico.

Atrações visitadas:

  • Cable Car e Museu do Cable Car
  • Jardim Botânico
  • Catedral Old Saint Paul’s
  • Parlamento da Nova Zeländia
  • Wellington Harbour
  • Museu Te Papa
Clique aqui para ler o post completo

Dia 13 – Wellington

Subida do Cable Car em Wellington. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Taupo:

Roteiro resumido:

Deixamos para conhecer neste dia as atrações que ficam mais afastadas do centro de Wellington. Assim, passamos pela orla de Oriental Bay Beach e, em seguida, subimos o Monte Victoria. No alto do monte, há um estacionamento e um mirante de onde se tem boas vistas da cidade.

Ao descer do Monte Victoria, seguimos para a região do Tongariro National Park, que visitaríamos no dia seguinte.

Atrações visitadas:

  • Oriental Parade
  • Monte Victoria
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 14 – Tongariro National Park

Emerald Lakes, Tongariro Alpine Crossing. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Taupo:

Roteiro resumido:

Este dia foi dedicado à travessia Tongariro Alpine Crossing. Essa trilha faz parte das Great Walks da Nova Zelândia e atravessa o vulcão Ngauruhoe, o célebre Mt. Doom da trilhogia Senhor dos Anéis. Além do vulcão, a trilha também passa por impressionantes lagos verdes, como os Emerald Lakes (foto). Sem dúvida, uma das trilhas mais impressionantes que já fizemos!

A trilha tem 19,4 km de extensão e é feita em trajeto único. Por isso, quem está de carro deve estacionar no final de trilha e contratar um traslado para o começo da trilha. Assim, a trilha irá acabar no local onde o carro está estacionado e você já estará pronto para partir. Mas, atenção! Este traslado deve ser contratado com antecedência. Não é possível comprar na hora.

Outra opção é contratar um transfer desde o seu hotel em Turangi ou Taupo. Nesse caso, a van te busca no hotel e te deixa no começo da trilha. Após o tempo necessário para completá-la, eles estarão te esperado no final da trilha. Assim, o carro pode ficar no estacionamento do hotel e não será necessário se preocupar em dirigir.

Atração do dia:

  • Tongariro Alpine Crossing
Clique aqui para ler o post completo

Dia 15 – Rotorua

Champagne Pool, Wai-O-Tapu Thermal Wonderland. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Rotorua:

Roteiro resumido:

Antes de partirmos em direção Rotorua, aproveitamos para conhecer algumas atrações em Taupo. A primeira parada foi nas margens do Lago Taupo, próximo ao nosso hotel. A sua orla tem excelente estrutura, com pista de caminhada, mesas de piquenique, churrasqueiras públicas, banheiros públicos, estacionamento gratuito e praias naturais. Para melhorar, a atividade geotermal faz com que algumas dessas praias tenham água quente.

Em seguida, passamos no Taupo Bungy Jump NZ. Como havíamos planejado saltar do Skytower, em Auckland, não pulamos no Bungy em Taupo. Mas, mesmo para quem não vai saltar vale um parada, já que o visual do Rio Waikato ali é incrível. Por fim, ainda na região de Taupo, visitamos a Huka Falls, uma bela cachoeira de águas azuis.

Chegando em Rotorua, começamos a explorar a cidade visitando os seus parques geotermais. O primeiro que conhecemos foi Wai-O-Tapu, o maior da região. Esse parque possui diversos lagos termais das mais variadas cores, com destaque para a Champagne Pool. Outra atração famosa é o geyser Lady Knox, cuja erupção ocorre todos os dias, às 10:15 h.

Depois de conhecer o maior parque geotermal da região, foi a vez de visitar o mais recente. O Waimangu Volcanic Valley foi formado por uma gigantesca erupção vulcânica em 1886, que pôde ser ouvida de Auckland a Christchurch. O vale possui diversos lagos de água quente, sendo o mais bonito deles o Inferno Crater, com suas águas azul turquesa. O ingresso dá direito a viagens ilimitadas nos ônibus internos do parque. Há ainda a possibilidade de se comprar a entrada que inclui um cruzeiro pelo Lago Rotomahana.

Por fim, ao anoitecer, ainda tivemos tempo de fazer arborismo no Redwoods Treewalk, em uma experiência que mistura aventura e arte no alto sequoias gigantes.

 Atrações visitadas:

  • Lago Taupo
  • Mirante no Taupo Bungy Jump NZ
  • Huka Falls
  • Parque Geotermal Wai-O-Tapu
  • Waimangu Volcanic Valley
  • Redwoods Treewalk
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 16 – Rotorua

Hobbiton Movie Set. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Hahei:

Roteiro resumido:

O planejamento inicial desse dia era fazer um rafting sobre o rio Kaituna, depois voltar para Rotorua para curtir o divertidíssimo OGO, antes de seguirmos para Hobbiton Movie Set. No entanto, a meteorologia não ajudou e o passeio foi cancelado. Infelizmente, não pudemos descer a maior queda d’água do mundo em que é possível fazer rafting.

Com o cancelamento do rafting, aproveitamos para visitar algumas atrações que não tivemos tempo de conhecer no dia anterior. Assim, percorremos Hamurana Springs Track, uma pequena trilha que passa por nascentes de água cristalinas e sequoias gigantes trazidas da Califórnia no começo do século XX. Aproveitamos, ainda, passar pelo Rotorua Museum, os jardins Goverment Gardens e o Blue Lake.

Em seguida, foi a vez de curtirmos o OGO, uma das atrações mais divertidas da Nova Zelândia. O OGO consiste em uma bola inflável que é empurrada morro abaixo, seja em linha reta ou em uma pista com zigue-zagues. Isso tudo com a gente dentro da bola! Mais uma daquelas coisas loucas e divertidas que só os neozelandeses conseguem pensar. Recomendamos a todo mundo que não saia de Rotorua sem passar pelo OGO. Vale muito a pena!

Por fim, continuamos viagem para o Hobbiton Movie Set, nossa última parada antes de chegar à Península Coromandel. O Hobbiton Movie Set é a cidade cenográfica construída para a filmagem dos filmes Senhor dos Anéis e O Hobbit. Essa é uma parada obrigatória tanto para quem é fã da trilogia quanto para aqueles que não são entusiastas. A entrada do Hobbiton Movie Set inclui transporte de ida e volta desde Rotorua e ainda uma cerveja na taberna Green Dragon Inn. 🙂

Atrações visitadas:

  • Hamurana Springs Track
  • Rotorua Museum
  • Goverment Gardens
  • Blue Lake
  • OGO
  • Hobbiton Movie Set
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento


Dia 17 – Coromandel Peninsula

Cathedral Cove, Coromandel. Foto: RMA / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Coromandel:

Roteiro resumido:

A península de Coromandel é uma região de praias virgens, águas cristalinas e impressionantes formações geológicas. Popular destino de veraneio dos habitantes de Auckland, a península abriga uma das paisagens mais fotografadas da Nova Zelândia: a Cathedral Cove.

A Cathedral Cove é uma caverna naturalmente esculpida entre duas baías. Ilhotas que se amoldam à caverna completam o cenário. Para visitar essa atração, saímos bem cedo do nosso hotel, uma vez que o estacionamento é pequeno e lota bem rápido.

Saindo da Cathedral Cove, seguimos para a Hot Water Beach. O grande barato dessa praia é que, abaixo da banco de areia, há fontes de águas termais. Assim, a diversão por lá consiste em cavar a areia até encontrar a água subterrânea e construir a sua própria piscina natural de água quente na praia. Alguns hotéis da região, como o The Church Accommodation, emprestam pás para seus hóspedes.

Antes de seguirmos para Coromandel Town, ainda tivemos tempo de parar no mirante Shakespeare Cliff Lookout, que tem uma bela vista para Lonely Bay e Cooks Beach.

Quem está em Auckland e não pretende dirigir pode visitar a Península de Coromandel através de um tour organizado por agência. A excursão inclui visita à Cathedral Cove, à Hot Water Beach e passeio de barco pela Reserva Marinha Te Whanganui-A-Hei, onde está localizada a Cathedral Cove. As reservas feitas pela plataforma Get Your Guide podem ser canceladas gratuitamente com antecedência de até 24 horas.

Atrações visitadas:

  • Cathedral Cove
  • Hot Water Beach
  • Shakespeare Cliff Lookout

Deslocamento


Dia 18 – Coromandel Peninsula

New Chum´s Beach, Coromandel. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Coromandel:

Roteiro resumido:

Neste dia, havíamos programado fazer a Coromandel Coastal Walkway, uma trilha que liga as baías Stony e Fletcher. No caminho há mirantes com belas vistas para a costa e para as montanhas conhecidas como Pinnacles. No entanto, fomos informados que a estrada de terra até o começo da trilha estava em más condições em virtude das chuvas que haviam caído nos dias anteriores. Assim, acabamos desistindo de fazer essa trilha e decidimos passar o dia na praia New Chum’s Beach.

Atração visitada:

  • New Chum’s Beach

Deslocamento


Dia 19 – Auckland

Auckland vista da plataforma de observação da Skytower. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada

Hospedagem em Auckland:

Roteiro resumido:

A primeira atração do dia foi o Museu Marítimo da Nova Zelândia. Este museu mostra a paixão dos neozelandeses pelo mar e como a navegação influenciou a formação desse povo. Desde seus primeiros habitantes polinésios, que se lançaram ao mar para navegar entre Oceania, Asia e América, passando por grandes exploradores como Abel Tasman, Thomas Cook e Peter Blake, e culminando nos vapores europeus que colonizaram a ilha, o museu demonstra o quão estreita é a relação da Nova Zelândia com o mar.

Saindo do museu, seguimos pela orla do Waitemata Harbour antes de continuarmos para o Albert Park. De lá, continuamos nosso caminho até o parque Auckland Domain, onde está localizado o Auckland War Memorial. Todo esse trajeto é parte da Coast to Coast Walkway, um rota que atravessa a ilha para fazer a ligação entre o Oceano Pacífico e o Mar de Tasman. Esse caminhada, que continua pelo Mount Eden DomainOne Tree Hill até chegar ao Manukau Harbour, passa pelas principais atrações da cidade e é uma excelente forma de ter uma panorama geral da cidade.

Como, no entanto, fizemos o deslocamento entre Coromandel Town e Auckland pela manhã e ainda visitamos o Museu Marítimo e o Museu de Auckland no mesmo dia, não tivemos tempo de concluir toda a rota.

Atrações visitadas:

  • Museu Marítimo da Nova Zelândia
  • Waitemata Harbour
  • Albert Park
  • Auckland Domain
  • Auckland War Memorial (Museu de Auckland)
  • Coast to Coast Walkway

Outras atrações:

  • Mount Eden Domain
  • One Tree Hill Domain
Clique aqui para ler o post completo

Deslocamento em Auckland


Dia 20 – Auckland

Roteiro resumido:

Deixamos para o último dia o momento de maior adrenalina da nossa viagem: o salto da Skytower. O Skyjump, como a atração é chamada, consiste em saltar da plataforma externa no alto da torre, seguido de uma queda livre de 192 metros, preso somente por um cabo de aço. Ao chegar na Skytower, sentimos medo ao ver a altura da torre e imaginar que pularíamos de lá. Ao chegar na beira da plataforma, no momento de pular, sentimos pânico. Mas, ao pousar suavemente na base da torre, o sentimento foi de que não havia maneira melhor para fechar com chave de ouro a nossa viagem. Foi, sem dúvida, uma experiência da qual vamos nos lembrar o resto da vida.

Outra opção para quem não gosta da ideia de pular de um prédio de quase 200 metros é o Skywalk. O Skywalk consiste em dar uma volta completa na plataforma externa da Skytower. Esse passeio permite curtir a altura e vista da torre com bastante adrenalina e, ao mesmo tempo, com toda a segurança.

Mesmo para quem não é fã de adrenalina, ainda assim é possível curtir a Skytower sem sentir frio na barriga. O ingresso padrão dá direito a visitar 3 plataformas de visualização: o Sky Café, a 182 metros, o Observatório Principal, a 186 metros, e o Sky Deck, a 220 metros.

Mapa de todo o roteiro

Tour organizado por agência

Como dissemos, achamos que a melhor forma de conhecer a Nova Zelândia é através de uma road trip. No entanto, algumas pessoas preferem não dirigir, ainda mais em um país que utiliza mão inglesa. Nesse caso, é possível contratar tours ou comprar passes rodoviários.

Para conhecer a ilha sul, existe um tour de 5 dias que passa por alguns destinos desse roteiro. Essa excursão começa e termina em Christchurch e faz uma síntese do melhor da ilha sul da Nova Zelândia.

Veja abaixo um resumo desse tour e a comparação com o roteiro que fizemos:

  • Dia 1: Christchurch-Mount Cook-Queenstown: inclui o Mount Cook National Park (dia 2 do nosso roteiro), Lindis Pass, Cromwell e Kawarau Gorge (dia 3 do nosso roteiro).
  • Dia 2: Viagem de um dia a Milford Sound: passeio de barco no Milford Sound (dia 6 do nosso roteiro)
  • Dia 3: Queenstown: dia livre em Queenstown (dia 3 do nosso roteiro)
  • Dia 4: Queenstown-Haast Pass-Franz Josef: inclui Wanaka, Haast Pass e Franz Josef (dias 6, 7 e 8 do nosso roteiro)
  • Dia 5: Franz Josef – Greymouth – Christchurch: inclui o Arthur´s Pass (dia 9 do nosso roteiro), a Great Coast Road (dia 9 do nosso roteiro) e a ferrovia Tranz-Alpine

Está incluído no tour:

  • Trasporte terrestre
  • 4 noites em hotéis 4 estrelas
  • Passeio de barco no Milford Sound
  • Passagem no famoso Tranz-Alpine de Greymouth à Christchurch

O que você precisa para a sua viagem

    • Hotéis: Sempre utilizamos o Booking.com, sem dúvida a maior e mais completa plataforma para reservas de hotel.
    • Seguro de viagem: leitores do blog tem 5% de desconto no Segurospromo, um excelente comparador de seguros que utilizamos em nossas viagens e recomendamos aos nossos leitores. Para receber o desconto, basta acessar o site e utilizar o cupom PEGADASNAESTRADA .
    Seguro Viagem: Oceania
    GTA 60 EUROMAX GTA 60 EUROMAX Assistência médica EUR 60.000 Bagagem extraviada USD 1.200 R$ 22/dia*
    TA 40 Especial Plus - Internacional TA 40 Especial Plus - Internacional Assistência médica USD 40.000 Bagagem extraviada USD 1.200 R$ 12/dia*
    APRIL 30 Inter Basic APRIL 30 Inter Basic Assistência médica USD 30.000 Bagagem extraviada USD 1.000 R$ 17/dia*
      • Aluguel de carros: Gostamos muito do site Rentcars. Essa plataforma permite fazer a comparação entre diversas locadoras de carro, com a avaliação de cada uma. Assim, fica bem fácil descobrir as melhores ofertas de locação de veículos de um destino. Além disso, tem o diferencial de permitir o parcelamento em até 12x e, até mesmo, o pagamento sem IOF.
    Confira as melhores promoções para Auckland
    Passagens aéreas saindo de
    Passagens aéreas até 30% mais baratas Encontre sua promo ⇾

Compartilhar

Sobre o autor

24 Comentários

  1. Roteiro Maravilhoso, cheio de detalhes. Parabéns! Estamos indo para a Austrália ( eu, esposa e filha). Na ida, em dezembro, ficaremos 4 dias em Auckland. Na volta, em janeiro, ficaremos 14 dias na NZ. Acho que vai ser possível usar boa parte do roteiro de vocês, talvez com algumas adaptações. Obrigado pelas dicas.

    • Olá, Mauro! Tudo bem?

      Ficamos felizes em saber que vocês gostaram do nosso roteiro e que ele está ajudando na viagem de vocês! 🙂

      A Nova Zelândia é realmente um dos lugares mais incríveis do planeta. Esperamos que vocês curtam a viagem de vocês tanto quanto nós curtimos a nossa! 🙂

      Abraço,

      Renato
      Blog Pegadas na Estrada

  2. Bom dia, adorei o post e gostaria de maiores informações, pois pretendemos fazer algo parecido em Março próximo. É possível entrar em contato com o Renato/Cristina?
    Grato

    • Olá, Marco! Tudo bem?

      Que bom que você gostou do nosso post. Ficamos muito felizes em saber! 🙂

      Pode deixar as suas perguntas aqui no post e teremos o maior prazer em respondê-las. As suas dúvidas podem ser as dúvidas de outros leitores e assim ajudamos também outros viajantes.

      Um abraço,

      Renato
      Blog Pegadas na Estrada

  3. Oi..estamos planejando ir pra NZ entre Março e Abril de 2020 e gostariamos de fazer de carro, por isso, adoramos o roteiro. Só fiquei com duvidas qto aos valores gastos em passagem aéreo, aluguel carro, passeios, etc..

    • Olá, Marco!

      Não temos mais esses valores anotados, mas esses preços variam muito. Para olhar as passagens, você pode usar serviços como o Google Flights ou Skyscanner ou agências como a Passagens Promo. Para aluguel de carros, normalmente usamos a Rentcars. Já os passeios, estão linkados em cada post, bastando você clicar para ver o preço deles.

      Um abraço e boa viagem!

      Renato
      Blog Pegadas na Estrada

  4. Pessoal, boa tarde!! Bom demais esse roteiro! Vocês foram em que época do ano? E gastaram em média quanto? Se puderem responder será de grande ajuda tbm!

  5. Natália Zanardi on

    Obrigada por compartilhar essa aventura! Viajaremos pra Nova Zelândia em agosto/2019 e todas as dicas foram muito legais e úteis! Muito sucesso e muitos destinos incríveis a vcs!!!!!

  6. otimo roteiro, morei na NZ por 5 meses e nao consegui visitar a parte oeste da ilha sul, apenas milford sound. dependendo da epoca seria interessante ficar 2 dias em queenstown para fazer os esportes radicais como snowboard e ate bungee!

  7. Analuiza Carvalho on

    As fotos não deixam duvidar da beleza deste país! Fiquei muito feliz em saber que o país é ótimo para ser explorado porque eu gosto de visitar apenas um país por viagem e conhecer o máximo possível dele. Só não gostei muito de saber que para isso as melhores opções são carro e tour… Nenhuma das opções me atrai! Gosto de um busão, de um trem… mas se as opções são essas a gente se adapta né?! Afinal esta Nova Zelândia parece mesmo valer muito!!!! rsrs

    • Olá, Analuiza!

      A Nova Zelândia é mesmo encantador!
      A grande vantagem de ir de carro é poder parar onde quiser, em todos os mirantes, fazer piqueniques e muito mais.
      A boa notícia para quem gosta de busão é que existem passes rodoviários que passam pelas principais atrações do país. Assim, é possível conhecer de ônibus quase todas as atrações que mostramos nesse roteiro. A empresa mais tradicional que oferecia esse serviço era a Naked Bus que, infelizmente, deixou de operar há pouco tempo. Atualmente, a única opção é a Intercity, que oferece passes que se adequam a diversos roteiros. As desvantagens dos passes é que eles não são baratos (pode ser mais caro do que alugar um carro) e que a limitação de horários pode atrasar sua viagem. Assim, você precisaria de mais dias para conhecer as mesmas atrações. Mas, de qualquer forma, é uma opção a mais para quem quer explorar a Nova Zelândia. 🙂

      Super vale a pena!

      Obrigado pelo comentário.
      Abraços
      Cris e Renato

  8. Que post completinho! Já salvei porque a Nova Zelândia é um sonho antigo e sempre achei difícil organizar a viagem, mas vocês facilitaram, obrigada!

  9. Amei esse roteiro!! É incrível os detalhes, e a preocupação em mostrar as alternativas de excursões para aqueles que, como eu rs, não arriscariam dirigir na mão inglesa. Parabéns!! Que venham muitos roteiros mais 🙂

  10. Sempre ouvi dizer que a Nova Zelândia era um país incrível, principalmente pelas paisagens deslumbrantes. Vocês conseguiram mostrar toda esta beleza que aguarda um viajante que pretende conhecer o país, além do verdadeiro manual completíssimo disponibilizado aqui. Pegadas feras como sempre!!!

Deixe um comentário